Sinopse: A vida prática é uma escola maravilhosa. No relacionamento com os demais, podemos descobrir os “eus” que carregamos em nosso interior.
Qualquer contrariedade, qualquer incidente, pode nos conduzir à auto-observação íntima, ao descobrimento de algum “eu” do amor próprio, da inveja, do ciúme, da ira, da suspeita, da calúnia, da luxúria, da obediência, etc.
Precisamos nos conhecer, antes de conhecer os demais. É urgente que aprendamos a ver o ponto de vista alheio.
Se nos colocarmos no lugar dos outros, descobriremos que os defeitos psicológicos que imputamos aos demais, nós os temos de sobra em nosso interior.
É indispensável amar ao próximo, mas como poderíamos amar aos outros, sem antes termos aprendido, no trabalho esotérico, a nos colocar na posição dos demais?
A crueldade continuará existindo sobre a superfície da Terra, enquanto não aprendermos a nos colocar no lugar do nosso próximo.